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Drywall: conheça seus benefícios e possibilidades

Drywall: conheça seus benefícios e possibilidades

Empregar o sistema drywall em um projeto possibilita maior agilidade na obra e qualidade de acabamento com menos desperdício

A instalação de fábricas de chapas de gesso para drywall no país, iniciada em meados dos anos 90, representou um esforço pioneiro visando à modernização da construção civil brasileira – até então tradicionalmente caracterizada pelo uso de métodos artesanais, com baixa produtividade, elevados níveis de desperdício e reduzida valorização da mão-de-obra.  

De acordo com a Associação Brasileira do Drywall, o mercado respondeu positivamente a essa iniciativa. Conforme demonstra o gráfico abaixo, a evolução dos números relativos ao consumo da tecnologia drywall no país passou de 10 milhões de metros quadrados em 2000 para 33 milhões de metros quadrados em 2010. E três anos depois, em 2013 – último ano analisado pela associação – o consumo chegou a 50 milhões de metros quadrados. O crescimento da utilização do drywall deve-se principalmente aos benefícios proporcionados pelo material. Compostas por estruturas de perfis de aço revestidas com chapas de gesso, as paredes secas, como também são chamadas, cumprem os mesmos requisitos básicos de desempenho mecânico, acústico e térmico das paredes de alvenaria, com mais rapidez de execução, qualidade de acabamento, ganho de espaço, menos desperdícios e entulho na obra.

“Como o drywall é ‘oco’, basta colocar a chapa de gesso de um lado e passar todas as instalações – elétricas, hidráulicas, etc – por dentro da parede e depois fechá-la que já estará pronta para o uso, diferente do que acontece com a alvenaria, onde se faz necessário a quebra da parede para embutir as instalações”, completa Omair Zorzi, gerente técnico da Knauf do Brasil.

O sistema ainda tem vantagens ecológicas em relação à alvenaria. ”Além de não utilizar água, ele reduz a produção de entulho da obra. Enquanto a alvenaria produz cerca de 20% de resíduos de obra, o drywall produz apenas 5%”, revela Zorzi.Por ser um sistema construtivo industrializado, as quantidades dos componentes que fazem parte dele – massas para tratamento de juntas e colagem e os componentes metálicos do sistema, como parafusos e perfis estruturais – são calculadas com maior precisão para as obras, evitando sobras.

“O crescimento do sistema no Brasil tem sido vertiginoso e chegamos a crescer mais de 20 % ao ano por vários anos consecutivos. Infelizmente, para 2017 prevemos um ano muito difícil e acreditamos que iremos crescer em torno de 5 %. Mas se compararmos aos outros setores da construção civil, que estão em forte queda, nós temos uma grande vantagem”, afirma Zorzi, gerente técnico da Knauf do Brasil, que hoje possui capacidade produtiva instalada de 130 milhões de m²/ano.